sexta-feira, 31 de março de 2017

Fortalecendo e Tramando Redes Feministas de 2017

Neste final de semana, o Fórum de Juventude Negra DFE, junto com o Semeando Ubuntu coletivo da UNB, dentro outros coletivos do estado de Goiás e Distrito Federal, estarão em um Encontro de imersão, o Fortalecendo e Tramando Redes Feministas de 2017, que visa refletir e dialogar sobre as mudanças do cenário atual, político, militante, existencial, e os desafios enfrentados nele.
Através do compartilhamento de trajetórias de ações, desejos e anseios de mulheres somando forças para agirem em rede.
Layla Maryzandra do FOJUNE-DF, estará contribuindo com o tema Prosas Malungas – Do Eus ao Nós (O Projeto Genocida do Estado e a Solidão da Mulher Negra) levando reflexões como o Projeto Político Genocida do Estado, está ligado ao tema Solidão da Mulher Negra, e de que forma, a subjetividade de nossas histórias, está trançada com o fortalecimento e emancipação da mulher negra no que tange o apoderamento em diáspora.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

CHAMADA DE NOVXS MEMBRXS

"A libertação tem que ser obra dos próprios oprimidos, ou não haverá libertação."
Se você participa de algum coletivo e quer ser o representante dele no FOJUNE/DFE, não participa de nenhum coletivo mais gostaria de integrar alguma organização de Juventude Negra, que utiliza os valores Pan africanistas e a Educação Popular como trabalho de base em combate ao racismo, e empoderamento da população negra, seja bem vindx a conhecer e participar do Fórum de Juventude Negra do Distrito Federal e Entorno, em breve acolhida de novxs membros, qualquer dúvida utilize: forumdajuventudenegradf@gmail.com ou na página do facebook: Forum de Juventude Negra do Distrito Federal e Entorno
Chega Junto!!!


quinta-feira, 17 de março de 2016

Carta Convocatória do II ENJUNE!

ÀS JUVENTUDES NEGRAS DO BRASIL


O Fórum Nacional de Juventude Negra – FONAJUNE, convoca as juventudes negras do Brasil (e no Brasil) para construir os processos preparatórios em seus municípios e estados, do II Encontro Nacional de Juventude Negra – II ENJUNE, a ser realizado de 5 a 7 Agosto de 2016, no Distrito Federal com o seguinte tema: "Por um Novo Projeto Político para a Juventude Negra do Brasil".
Construir o II ENJUNE é cumprir uma demanda referendada pela Plenária Nacional do FONAJUNE, ocorrida de 29 a 31 de agosto de 2014, em Serra/ES.
Na ocasião a juventude negra entendeu como demandas prioritárias: 1. Enfrentamento ao genocídio do povo negro, com ênfase ao extermínio da Juventude Negra; 2. Participação da Juventude Negra no Orçamento Público; 3. Mídia e comunicação; 4. Formação e participação política da Juventude Negra. Entendemos que essas pautas fortalecem o protagonismo da juventude negra na conjuntura vigente.
Lançamos o II ENJUNE buscando articular e promover uma maior participação política e social dos jovens negros e das jovens negras de todo o país. O II ENJUNE buscará avaliar e consolidar as deliberações do I Encontro Nacional de Juventude Negra, realizado em 2007, em Lauro de Freitas/BA, e avançará na construção de um novo panorama social para o contexto juvenil étnico/racial de nosso país, numa perspectiva afrocentrada, a partir da reflexão e definição do projeto político de sociedade que a Juventude Negra brasileira deseja e construirá!
As etapas estaduais organizadas por cada fórum e pré fórum estadual (e somente por eles) terão até 04/07 para realizarem suas etapas.
Em breve o FONAJUNE lançará demais orientações.
Contamos com os jovens e as jovens negras nessa construção! Porque as juventudes negras vivem para além de sonhos, se alimentam de sua própria ousadia!
Na luta contra o extermínio e fortalecendo da juventude negra, seguimos!
FÓRUM NACIONAL DE JUVENTUDE NEGRA - FONAJUNE.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Sobre os Fios da Ancestralidade - Trançando ideias 2015‏

O nosso bate papo crespo vem desembaraçar e assanhar nossas cabeças, rememorar um pouco da história e contribuir nesse caminho de afirmação e positividade que nossa beleza carrega. Armado é também o nosso desejo de compartilhar os saberes de nossas cabeças fortalecendo a nossa identidade. Essa troca de conhecimentos nos ajuda a refletir sobre e como nossa imagem negra afirmada se apresenta e é representada diante de uma sociedade que não vê beleza em nós.


PROGRAMAÇÃO 
TRANÇANDO IDEIAS O LADO DE DENTRO DA CABEÇA
13:00hs – Acolhida – DE QUE RAIZ VOCÊ SURGE
TECENDO AS PALAVRAS - Visão de mundo, autoconhecimento e partilha
Leitura dos trechos de textos 
- Vivendo de amor – Bell Hooks
- Cabelo Oprimido é um teto para cérebro – Alice Walker
- Cabelo e trajetória de vida – Nilma Gomes
- Cacheada não, Crespa – Laura Elisa

Vídeos - Enraizamento e Outras histórias
- Representação Estética do Negro na Mídia;
- Afetividade entre Pretos e Pretas
- O lado de cima da Cabeça
Os Tecidos e a Tranças africanas como símbolos sociais de afirmação e resistência - Apropriação Cultural
18:00hs Mística Final: Duro não é o cabelo – Akins Kinte

Local: SCS, QD 01, Bloco L, Nº 17, cobertura - Ed Marcia, Brasília/DF
Dia: Sábado 26 de setembro
Horário: 13hs
ATENÇÃO: Teremos um lanche coletivo, leve algo para contribuir

segunda-feira, 6 de julho de 2015


   
O Fórum de Juventude Negra do Distrito Federal e Entorno, em sua Acolhida (sábado 04 de julho), para novos membros e organização das atividades de base para o 2º semestre de 2015.


    Entre os diálogos sobre o planejamentos e estratégias para o trabalho, fizemos a leitura do texto: A mística: parte da vida e da luta do livro Trabalho de Base de Ranulfo Peloso, e a leitura do poema, Duro não é o cabelo de Akins Kinte.

    Aqueles que ainda tem interesse em participar e contribuir nas ações, entre em contato pela página da internet ou pelo email: forumdajuventudenegradf@gmail.com.

   Lembrando que, o FOJUNE DFE, consiste em um espaço de interação afrocentrada permanente envolvendo articulação, diálogos, aglutinação de coletivos, movimentos, organizações de juventude negra e demais jovens negros interessados em uma "Nova Perspectiva na Militância Étnico-Racial” no âmbito do Distrito Federal, em conjunto com o FONAJUNE - Fórum Nacional de Juventude Negra.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Ato contra redução da maioridade penal marca 13 de maio em Brasília

Ato contra redução da maioridade penal marca 13 de maio em Brasília

A Frente Nacional Contra a Redução da Maioridade Penal realizou o ato “13 de maio, abolição pra quem?”. A pergunta não ficou sem resposta: para protestar muito

Batendo de frente com a face da opressão
Em amplo movimento de protesto em frente ao Conic, para marcar a passagem do 13 de maio com a pauta e a poesia da militância negra, a Frente Nacional Contra a Redução da Maioridade Penal fez o busto de Zumbi sorrir. No breu de quatro postes mantidos apagados, cerca de cinquenta pessoas se aquilombaram e deram voz ao protesto contra alteração legal que só quer facilitar o extermínio da juventude negra.
Os cartazes do FOJUNE DFE, Coletivo de Entidades Negras/CEN, Coletivo da Cidade, MST, MTST, MPL, RENAJOC, Quilombo Estereótipo, Nosso Coletivo Negro, Movimento Hip Hop, ArtSam, MADEB, FOAFRO e Família Hip Hop, diziam de onde vinha boa parte dos negros que se aquilombaram naquele final da tarde e início de noite para fazer ecoar o protesto diante de cinco séculos de dores que em momento nenhum tiveram abolição.
Gente que passava em direção à Rodoviária momentaneamente parava de ser transeunte ou espectador na vida para ouvir o som e o brado dos irmãos e irmãs negros que se agigantavam quando tomavam a palavra para vocalizar o drama da juventude negra exterminada em escala genocida, mapeada e documentada estatisticamente.
Dhay Borges, Jô Serra, Leonardo Ortegal e Bebeth foram os primeiros a se revezar na denúncia do falacioso 13 de maio de 1888, marco das políticas de embranquecimento do país, e do 13 de maio de 2015, quando o genocídio da população negra se reforça com outros documentos legais, como as peças de ficção representadas pelos “autos de resistência” e o escárnio jurídico dos brancos que, sedentos de sangue negro mais jovem, batem de novo na tecla da redução da maioridade penal.
“Somos contra a redução da maioridade penal. O sistema é violento com a gente. Quem morre o tempo todo somos nós, nossos irmãos, nossas irmãs”, denunciou Dhay Borges, primeiro orador do protesto. “Há muito eles matam os jovens negros, a novidade é que a Câmara Federal quer ‘legalizar’ a morte do jovem negro”, disse a advogada Jô Serra, que foi a primeira Secretária de Estado da Igualdade Racial do Distrito Federal.  
“O camburão do braço armado do Estado brasileiro se confunde com o porão do navio negreiro”, declamou Leonardo Ortegal, do Fórum de Justiça Juvenil, do Conselho de Serviço Social, que também integra a Frente. Poeta, Ortegal foi uma das vozes jovens da poesia negra brasiliense, como Bebeth, de Santa Maria, Fernando Borges, da Estrutural, Neemias (com CD recém-lançado), Beto Sdr do Quilombo Estereótipo, Ceilândia e o trio Júlia Nara, Pedro e Laís, presentes ao “13 de maio, abolição pra quem?”.
“Estou também aí na luta contra o genocídio da população negra”, disse Pedro.  “Eu também fui vítima disso”, revelou. “No Maranhão, em Macabeira, um policial fardado me baleou no joelho esquerdo porque eu estava descalço na BR – só porque eu sou negro”, contou, antes de começar a entoar Negro Drama, com Júlia Nara e Laís, um panorama de pesadelos negros na cadeia e na favela.
Bebeth declamou “Vícios”, poema sobre como se formou como mulher negra e aprendeu a usar seu poder de mulher preta. “Eu aprendi a me amar, a me olhar no espelho, a exaltar minha negritude”, cantou Bebeth. “Na comunidade nós somos chamados de bandidos, mas aqui no Congresso eles são chamados de políticos”, cantou Fernando Borges, que veio ao ato para fortalecer o movimento contra a redução da maioridade penal.
Em meio a toda indignação carregada durante séculos de opressão, Gilza trouxe reflexões com suas interrogações, pois, num país de maioria negra, por que os negros ainda precisavam reivindicar cotas, por que a maioria da população de rua ainda era negra?
É importante ressaltar que a construção desse ato, foi feita pela Frente Nacional Contra Redução da Maioridade Penal DF, composta por: Domingos Olímpio, Lucélia Aguiar, Layla Maryzandra, Israel Victor, Dyarley Viana, Rita de Jesus, Júlio Lisboa, Arthur Antônio, Isís Taínah, Graça Santos, Neide Samíco além de outros nomes citados durante o texto.
A redução da maioridade e o auto de resistência são maneiras de exterminar o negro, disse Wilson Velecy, que vê no horizonte propostas piores. “Aqui no Brasil, vejam que interessante, os autos de resistências aqui no país, só morrem negros. Essa redução não vai reduzir nenhuma violência. O que vai acontecer então? Essa bancada branca vai sugerir pena de morte”, alertou.


Por:  Lunde Braghini Júnior - Jornalista 

quarta-feira, 8 de abril de 2015

5 ª edição do Escambo Cultural Formação em Expressões Afrodescendente

O Fórum de Juventude Negra do Distrito Federal e Entorno foi convidado a contribuir com os diálogos que ocorreram, durante os dias 10 ás 12 de abril, 5 ª edição do Escambo Cultural Formação em Expressões Afrodescendente 2015, na cidade de Corumbá, Mato Grosso do Sul.





segunda-feira, 2 de março de 2015

Com intuito de promover um espaço de sensibilização e diálogo, gerando análises de nossas vivências e realidades a partir de princípios africanistas, o Fórum de Juventude Negra abre seus trabalhos do ano, convidando a todas e todos para a 1ªFORMAÇÃO DE 2015.

domingo, 25 de janeiro de 2015


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A minha vizinha nunca leu Simone de Beauvior. Não conhece Emma Goldman e muito menos já ouviu falar sobre Audre Lorde. A minha vizinha não é acadêmica, nem preta cotista e o máximo que conseguiu chegar, foi até o primário e por contra gosto do pai: "preta minha não vai estudar!". 

A minha vizinha não sabe o que é direitos humanos. Já levou cuspe na cara, chute na barriga, três abusos e um filho no bucho. A minha vizinha trepou com um sujo.

Já foi chamada de nega, vagaba, macaca. Inclusive pelos homens de farda. A minha vizinha não sabe o que é sororidade, às vezes chora de saudade do filho que perdeu, pura sacanagem!

A minha vizinha não é culta. Sempre foi chamada de puta. Jogada na rua, cresceu na labuta. Já foi faxineira, cozinheira, prostituta. Ê mulher de luta! 

Sabe que nem sempre a vida é justa, mas ela busca. Onde ela vive, não existe lei Maria da Penha que a proteja de ser mãe "solteira, diarista e detenta". 

Essa mulher tá abalada.
Aaaah, mas o eurocentrismo ainda a mata.
Tá preparada: hoje vai largar o emprego e ir para o sambódromo (é o jeito), interpretar a mulata. Coitada..."

Texto: Lorena Cristina



quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

APROPRIAÇÃO CULTURAL

Muita gente entrou esse ano em discussões, no mundo todo, sobre apropriação cultural, mesmo sem saber do que se tratava. Tanto em um episódio de How I Met Your Mother, quanto o clipe de Hello Kitty da Avril Lavigne foram acusados de racismo contra a cultura chinesa e japonesa, respectivamente. Além desses teve também a Alessandra Ambrósio usando um cocar indígena como acessório em uma foto no Instagram, gerando muita polêmica. Uma boa quantidade das pessoas não entendeu como esse tipo de construção pode ser racista, já que não tem a pretensão direta de ofender perante a características étnicas de uma pessoa específica. Esse tipo de racismo, porém, vai além de algo de tão fácil percepção, pois ele atinge mais fundo: à identidade de um povo.

Pra quem não conhece, Apropriação cultural é quando uma cultura usa aspectos de outra como acessórios à sua, num sentido bem resumido. Isso significa que tanto o contexto quanto o significado daquilo que você se apropria são descartados quando isso acontece. Sabe quando novelas como O Clone e Caminho das Índias fizeram sucesso e do nada aprendemos vários bordões que teoricamente seriam como esses povos falavam e consumimos vários produtos relacionados à essas novelas, em vestuário e decoração, sem saber direito se era assim que eles se vestiam ou decoravam nesses países, e muito menos sabendo o significado disso ser usado ou em qual contexto era usado? Então, isso é que é apropriação cultural.


"O que há de errado nisso?", você pode pensar. Para responder, posso usar um dos casos mais antigos de apropriação cultural conhecido. Durante a primeira metade do século XI até a primeira metade do século XX, no teatro e cinema americano, via-se a inserção da figura do negro nas narrativas. Mas, ao invés de atores negros nesses papéis, houve o que ficou conhecido como Blackface: literalmente, atores brancos pintavam a cara de tinta preta com bocas desenhadas como as de palhaço, gerando uma imagem vexatória e cômica da imagem do negro, ao invés de uma real representação.
O problema da apropriação cultural é que, ao tentar consumir uma cultura a partir de algo que não é dessa cultura, não temos visibilidade real das pessoas com essa identidade, e, ao invés disso, geralmente caímos em estereótipos. E todos nós sabemos bem como estereótipos podem afetar nossa sociedade: quem tá de fora associa essa ideia como a real sobre aquele grupo, ao passo que quem tá de dentro se sente limitado pelas ideias. É só lembrar de como a gente se sente como a gente é estereotipado pelos gringos, como no caso do episódio dos Simpsons ou daquele filme de terror "Turistas". Por que diabos então achamos que temos o direito de fazer o mesmo com a Índia?

Estereótipos, porém, vão além, porque eles se acumulam ao longo do tempo, formando as histórias únicas, que são hoje em dia grandes limitadores de vermos o mundo como ele é, e grande construtores de censo comum, no sentido negativo da palavra mesmo.
video uma história única
As histórias - junto com objetos, músicas, comidas e expressões artísticas - podem ajudar nesse processo, mas claramente não se você tirar as pessoas e os significados delas. Desse jeito não temos cultura, e sim só uma carcaça sem nenhuma profundidade. E é preciso, de uma vez por todas, parar de confundir a carcaça com a cultura.
texto tirado do blog: http://nossa-caixa.blogspot.com.br/2014/08/apropriacao-cultural-e-historia-unica.html

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Programação EPOJUNE - I ENCONTRO POPULAR DE JUVENTUDE NEGRA DISTRITAL FEDERAL E ENTORNO


Programação
Sexta-feira (07/11/2014)
18h30: Recepção e Saída.
20h00: Credenciamento e acomodação nos quartos.
20h30: Jantar.
21h30: Mística de acolhida: Resgate dos ancestrais.
22h00: Abertura do Encontro.
- Memória Nagô: Síntese da atuação do Fórum Nacional de Juventude Negra e Fórum de Juventude Negra do DF: Marlene Lucas e da Rede de Educação Popular – RECID: Jefferson.
-Apresentação da equipe organizadora do evento;
-Acordos de convivências;
-Divisão dos Grupos de Trabalho (Vai procurar sua turma!).
23h00: Encerramento.
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Sábado (08/11/2014)
07h00: Café da manhã.
08h00: Mística: Celebração dos mártires.
08h20: Memória do acordo de convivência a atribuições dos GTS..
08h30: Trocando ideias: Genocídio da população Negra. Facilitadora: Larissa Amorim Borges.
09h30: Vídeo.
10h00: Lanche.
10h30: Trocando ideias: Extermínio da Juventude Negra. Facilitadora: Graça Figueiredo.
12h30: Almoço.
14h00: Roda de conversa: Juventude Negra e as Ações Afirmativas: Gilson Rego e Carmélia.
15h20: Oficinas:Grupos de Trabalho: Mobilidade Urbana: Paique e Cultura Negra: Marcos Soares.
17h00 Lanche.
18h00: Apresentação das oficinas.
19h00: Janta.
20h00: Noite Crioula (Sarau e Feira de Troca).
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Domingo (09/11/2014)

07h00: Café da manhã.
08h20: Mística: Afetividade Negra.
08h30: Trocando ideias: Gênero e Afetividade. Facilitadores: Márcia Santos, Dhay Borges e Ludymilla Santiago.
10h30: Lanche.
11h00: Avaliação.
11h30: Mística de Encerramento.
12h00: Encaminhamentos.
12h30: Almoço.
14h00: Saída do ônibus.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

LISTA OFICIAL SELECIONADOS - I EPOJUNE DFE

Sejam todas e todos bem vindos ao I ENCONTRO POPULAR DE JUVENTUDE NEGRA DO DISTRITO FEDERAL E ENTORNO

LISTA FINAL


Qualquer dúvida entrem em contato: forumdajuventudenegradf@gmail.com

SELECIONADOS EPOJUNE

Adriano Fiúza
Alain Amorim
Aline Pereira da Costa
Arthur Nnang
bárbara dourado
Bianca Lorena
Carlos Alexandre Bezerra
Carlos Roberto da Rocha Reis Júnior
Caroline Lima
Charlote Emanuele da Silva Sousa
Cristiane Mota
Daniel Costa
DANIEL SOUSA SANTOS
Dayse Rodrigues de Jesus
Dhay Borges
Dyarley viana de oliveira
Edilaine Rocha
ELISÂNGELA GOMES DA SILVA
Erick Oliveira Alves de Souza
Fabiane Oliveira
Fábio Henrique da Silva
Felipe Cerqueira Santos
Felipe Coimbra Moretti
Fernanda Torres da Silva
Filha do Quilombo
Gil Amaro
Heliúdio Gomes da Silva
HUD
Ingrith Calazans
Ísis Higino
Israel Victor de Melo
Jamila Terra
João Pedro Silva de Abreu
João Pedro Silva de Abreu
Juliana Araújo Lopes
Juliana Helena Da Cruz
Júlio Lisboa
Luana Gomes dos Santos
Luana Luizy
Lucas Miguel Salomão Meireles
Luciana Soares
Luisa Mattos da Costa
Marcelo Caetano
maria dos santos teixeira muniz
Mariana Alves Barreto
Mariana S. F. de Almeida
Marlene da Silva Lucas
Mateus Novais Siqueira
Michelle Santos
Naomy Cary
Natália Maria Alves Machado 
nina ferreira barreto
Rafaela Miranda da Silva
RENATA PRISCILA OLIVEIRA FONSECA
Rita Pereira de Jesus
Silas Amadeu dos Santos
Stella Sabino Gomes
Tiago Neto da Silva
vitor machel santos severino
Yuri Cardoso Barreto


terça-feira, 28 de outubro de 2014

Primeiras informações sobre o EPOJUNE e a seleção de participantes

Primeiras informações sobre o EPOJUNE e a seleção de participantes

Caros irmãos negros, caras irmãs negras,

Inicialmente, gostaríamos de agradecer por suas pré-inscrição no I EPOJUNE – DFE.  O primeiro passo foi um sucesso! Tivemos mais de 100 (cem) jovens mobilizados e mobilizadas para o tão aguardado Encontro. Isso demonstra o poder das juventudes negras em diversos espaços, além de definir como somos fortes para uma atuação popular e afrocentrada!
                Mesmo com todos os pontos positivos dessas respostas, temos o pesar de comunicar que, infelizmente, não temos recursos logísticos para atender toda essa demanda de juventudes negras, e como havíamos ressaltado em nossa Carta Convite, as vagas eram limitadas. Por isso, e, nesse sentido, apresentamos os critérios de participação ou seleção de participantes. Decidimos, coletivamente, quais seriam esses critérios ─ todos abarcados por discussões de níveis nacional (Fórum Nacional de Juventude Negra) e distrital (Fórum de Juventude Negra do DF e Entorno). São eles:
i.                    Raça/etnia: comunidade negra – pretos e pretas, pardos e pardas
Acreditamos que um debate mais afrocentrado, ou seja, com um recorte mais específico de uma comunidade que vem sendo historicamente massacrada, potencializa a capacidade de evidenciar as relações de Racismo perpetuadas no Brasil e no Mundo.
ii.                 Idade: comunidade jovem, de 15 a 29 anos
Inúmeras pesquisas revelam como a juventude vem sendo exterminada. Esse fenômeno se intensifica sistematicamente na juventude negra. Por isso, percebemos que um enfoque nessapopulação de 15 a 29 anos é extremamente estratégicopara oenfrentamento ao genocídio do povo negro e para a permanência dos diálogos com o Fórum de Juventude Negra do – DFE.
iii.                 Paridade de gênero, identidade de gênero e orientação sexual
A participação paritária de todas as representações de gênero, identidade de gênero e orientações sexuais realiza um diálogo mais democrático no sentido de permitir a pluralidade de vozes no enfrentamento às práticas de Machismo, Racismo, Lesbofobia, Homofobia, Bifobia e Transfobia.
iv.                Pluralidade de regiões
A Periferia é ocupada, majoritariamente, pelo nosso povo negro. Nossas lutas são populares! Mais uma vez, é preciso fazer um recorte socioeconômico e racial para revelar o contínuo distanciamento de realização de direitos fundamentais. O EPOJUNE –DFE é da Periferia!!!!
v.                  Engajamento político
Sabemos que a militância tem ocupado inúmeros espaços públicos de poder. Um deles é a Universidade, e, consequentemente, os Movimentos Estudantil e Partidário.  Nosso intuito é priorizar àqueles e àquelas que não tenham vínculo com determinadas instituições, visto que quem está na mira do revólver, muitas vezes, não tem acesso a esses espaços.
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Em breve, entraremos em contato (via telefone ou email) para escurecer alguns encaminhamentos.  Agradecemos imensamente por sua compreensão.
“Há braços” afrocentrados!
Fórum de Juventude Negra do DF e Entorno


(61) 8132-7631 Layla; (61) 8157-5128e (61) 86053205 Israel; (61) 8332-0565 Mariana

terça-feira, 23 de setembro de 2014

ENCRESPA GERAL - Brasília


O Fórum de Juventude Negra DFE, esteve presente no domingo dia 21 de setembro no evento Internacional ENCRESPA GERAL Brasília.
O ENCRESPA tem como iniciativa, a valorização dos cabelos naturais, crespos e cacheados, através de rodas de diálogo, oficinas e depoimentos, dando visibilidade a uma identidade “encrespada”.
Nesta edição tiveram também o ENCRESPA KIDS, uma pequena roda de diálogos com leitura de livros e desenhos que valorizam a identidade da criança negra.
O FOJUNE contribuiu com a presença de Layla Maryzandra, dialogando e refletindo sobre Hierarquização de Texturas e dando oficina de tranças. Além da presença de Dyarley Viana e Ritinha Jesus e Aline Costa também integrantes do FOJUNE.
Aproveitamos o evento também para divulgar nosso I EPOJUNE – Encontro Popular de Juventude Negra que abre as inscrições ainda está semana, fique de olho.

O evento foi idealizado por Eliane Serafim, moradora de São Paulo, hoje acontece em torno de 17 cidades do Brasil como Fortaleza, Salvador, Rio de Janeiro, Juiz de Fora, Goiânia, Manaus, Juazeiro, Olinda, Campo Grande entre outras, tomando já uma proporção internacional em lugares como Londres, Dublin e Austrália.

O Fórum de Juventude Negra DFE, agradece em especial a Beatriz Andrade, Andreia Lindolfo e Brenda Lima pelo convite.