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quinta-feira, 13 de outubro de 2016

CHAMADA DE NOVXS MEMBRXS

"A libertação tem que ser obra dos próprios oprimidos, ou não haverá libertação."
Se você participa de algum coletivo e quer ser o representante dele no FOJUNE/DFE, não participa de nenhum coletivo mais gostaria de integrar alguma organização de Juventude Negra, que utiliza os valores Pan africanistas e a Educação Popular como trabalho de base em combate ao racismo, e empoderamento da população negra, seja bem vindx a conhecer e participar do Fórum de Juventude Negra do Distrito Federal e Entorno, em breve acolhida de novxs membros, qualquer dúvida utilize: forumdajuventudenegradf@gmail.com ou na página do facebook: Forum de Juventude Negra do Distrito Federal e Entorno
Chega Junto!!!


quinta-feira, 18 de abril de 2013

TARDES NEGRAS

Regado de muita música Preta, o Domingo de Páscoa (31.03.2013) do Fórum de Juventude Negra do Distrito Federal, agitou a Casa da Capoeira em Ceilândia Norte, a 1ª edição dos Tardes Negras, evento organizado pelo FOJUNEDF, reuniu artistas do DF e entorno, além de jovens e representantes de Governo do Distrito Federal. 
Em 6 horas de evento, cerca de 70 pessoas se divertiram e discutiram sobre discriminação racial e políticas para a juventude negra.
O Tardes Negras irá ocorrer mensalmente na Casa da Capeira. 
A próxima edição será no dia 28.04.2013,  a partir das 15h00.
Venha somar conosco, convide a família e os amigos e até a próxima edição.
Abaixo segue as fotos de quem marcou presença.









segunda-feira, 15 de abril de 2013

Conselho de Juventude do Distrito Federal


    Instituído em janeiro pela Lei nº 5.020, de 2013, o Conjuve-DF possibilita uma maior participação dos jovens nas ações e nos projetos governamentais de desenvolvimento econômico e social do DF. “O Conselho é um instrumento de diálogo entre sociedade civil e governo, isto é, um espaço privilegiado para proposição e monitoramento de ações voltadas para a juventude no DF", conta Clébia Rosa, diretora de participação social da Coordenadoria da Juventude da Secretaria de Governo do Distrito Federal. O órgão colegiado será composto ainda por outros sete membros titulares e quatro suplentes, todos designados pelo GDF. As vagas serão preenchidas por representantes de diversas secretarias do DF, como as Secretarias de Educação e de Promoção da Igualdade Racial.


    Os jovens interessados em se candidatar a uma vaga no Conjuve-DF podem se inscrever até o proximo domingo (14/4). Para tentar a vaga de conselheiro, basta ser jovem, residente no DF e preencher o formulário, escolhendo apenas uma das cadeiras temáticas. As candidaturas serão analisadas e confirmadas até 19 de abril. Cerca de 70 jovens já se candidataram para a disputa até o momento.Thaís Rodrigues, 20 anos, é uma das candidatas à cadeira geral. A jovem é integrante do movimento cultural SuperNova, criado em 2010 por jovens moradores da cidade de São Sebastião, e participa desde 2011 das conferências distritais, regionais e nacionais da Juventude. "O importante é a participação de todos, independentemente de quem for eleito", afirma.

      O processo eletivo será por voto único, secreto, pessoal, intransferível e uninominal. Quem quiser participar da votacão, pode se inscrever pela internet até 25 de abril ou até as 14h no próprio local da eleição. Tanto candidatos como eleitores devem apresentar um documento oficial com foto no dia da 1ª Conferência Eleitoral da Sociedade Civil do Conjuve-DF (27/4) para se credenciarem. Informações pela página no Facebook da Coordenadoria de Juventude, pelo e-mail conjuvedf@gmail.com ou pelo telefone (61) 3961-4475.

Em abril: Juventude Negra do DF em Ação!


1) Projeto Trançando Histórias

 O projeto Trançando a História tem por objetivo ministrar oficinas nas escolas públicas dos ensinos fundamental, médio e EJA do Distrito Federal e Entorno nos contra-turnos e aos sábados com o intuito de resgatar crianças, adolescentes e adultos que estão vulneráveis à margem da sociedade e resgatar os que se encontram em situação de risco, ou seja, entregues à marginalidade e as drogas. As atividades serão desenvolvidas ao longo do ano letivo e ministradas pelo segmento Paulo Freire – Educação Popular com foco nos temas interligados a população negra, tais como: História da África, Diáspora africana, Direitos humanos, Violência Racial, Questões de gênero, Questões de raça, Diversidade cultural, Cultura Digital, Religiões de Matriz Africana, Racismo, Quilombos e quilombolas, Saúde da População Negra, Líderes negros, Movimentos e pensadores, Patrimônio cultural, Escravidão, Educação, Bullying e Economia.

2) 2º Encontro de Negros e Negras do DF e entorno


O 1º Encontro surgiu como base de um recorrente dialogo, que houve entre militantes negros (a), aonde foram levantados as maiores necessidades/dificuldades pelo quais os negros e negras militantes, ou não, obtinham em relação a Brasília e o Entorno. O dialogo abarcou vários aspectos como o racismo, a criminalização, o genocídio da população negra, o acesso ao mercado de trabalho, as cotas raciais e entre outros, porém  o principal eixo abordado foi a dificuldade de "reconhecimento", de quem são realmente estes protagonistas negros e negras que de certo modo convivem diariamente com estas mazelas. 
Para o 2º Encontro estará em pauta o que contemple o Movimento Negro e as principais necessidades/dificuldades enfrentadas pela população negra, deixamos a critério dos próprios convidados a livre exposição com os assuntos recorrentes, os relatos cotidianos tencionados para experiência de vida dos mesmos e a apresentação e concepção do Movimento Negro.




7º Hip Hop e Direitos Humanos

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Mulheres Afro-Brasileiras, Cabelo Crespo e Consciência Negra

       “Pode ir de cabelo solto na minha escola, mas eu não gosto, porque ele seca e fica ruim. Meu cabelo é ruim”. A frase é dita por uma menina no web documentário Raíz Forte, que mostra como mulheres negras no Brasil lidam e lidaram com seus cabelos. Segundo a descrição do projeto na página do Facebook, o intuito é “gerar discussões acerca das relações com o cabelo enquanto forma de pertencimento e de explicitação da ancestralidade africana”.
     Documentário cuja narração, feita em primeira pessoa, conecta às histórias das diferentes personagens, mostrando o preconceito sofrido pela sociedade e, muitas vezes, por elas mesmas ao longo da vida.
     Dividido numa série de três episódios, começa por abordar os rituais de manipulação do cabelo crespo durante a infância da mulher negra, e depois mostra como várias mulheres agem diante das opções adquiridas durante a adolescência e juventude. O terceiro e último episódio apresenta experiências das personagens em relação ao cabelo crespo, da infância a juventude, que marcam sua história hoje.

 Apertem o play negada de raiz forte, vamos prestigiar e divulgar ao feito por nós Pretos para Pretos !!!!