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sábado, 26 de outubro de 2013
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Em abril: Juventude Negra do DF em Ação!
1) Projeto Trançando Histórias
O projeto Trançando a História tem por objetivo ministrar oficinas nas
escolas públicas dos ensinos fundamental, médio e EJA do Distrito
Federal e Entorno nos contra-turnos e aos sábados com o intuito de
resgatar crianças, adolescentes e adultos que estão vulneráveis à margem
da sociedade e resgatar os que se encontram em situação de risco, ou
seja, entregues à marginalidade e as drogas. As atividades serão
desenvolvidas ao longo do ano letivo e ministradas pelo segmento Paulo
Freire – Educação Popular com foco nos temas interligados a população
negra, tais como: História da África, Diáspora africana, Direitos
humanos, Violência Racial, Questões de gênero, Questões de raça,
Diversidade cultural, Cultura Digital, Religiões de Matriz Africana,
Racismo, Quilombos e quilombolas, Saúde da População Negra, Líderes
negros, Movimentos e pensadores, Patrimônio cultural, Escravidão,
Educação, Bullying e Economia.
2) 2º Encontro de Negros e Negras do DF e entorno
O 1º Encontro surgiu
como base de um recorrente dialogo, que houve entre militantes negros (a), aonde foram levantados as maiores
necessidades/dificuldades pelo quais os negros e negras militantes,
ou não, obtinham em relação a Brasília e o Entorno. O dialogo abarcou vários
aspectos como o racismo, a criminalização, o genocídio da população negra, o
acesso ao mercado de trabalho, as cotas raciais e entre outros,
porém o principal eixo abordado foi a dificuldade de
"reconhecimento", de quem são realmente estes protagonistas negros e negras que
de certo modo convivem diariamente com estas mazelas.
Para o 2º Encontro estará em pauta o que contemple o Movimento Negro e as principais
necessidades/dificuldades enfrentadas pela população negra,
deixamos a critério dos próprios convidados a livre exposição com
os assuntos recorrentes, os relatos cotidianos tencionados para
experiência de vida dos mesmos e a apresentação e concepção do
Movimento Negro.
7º Hip Hop e Direitos Humanos
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Preconceito Racial Não É Mal-Entendido
A Ouvidoria da Secretaria de Políticas
de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) parabeniza a iniciativa do
casal Ronald Munk e Priscilla Celeste pela realização da campanha
“Preconceito Racial Não É Mal-Entendido” nas redes sociais.
Como é de conhecimento público, no sábado - dia 12 deste mês, o referido casal foi a uma concessionária no Rio de Janeiro, onde seu filho, uma criança de sete anos de idade, foi vítima de racismo.
Diversas crianças negras e suas famílias são discriminadas cotidianamente. Neste episódio, a indignação motivou uma campanha extremamente legítima e necessária.
Preconceito racial não é mal-entendido, não é brincadeira, é crime e impacta na vida e na morte de milhares de jovens negros, no acesso a bens e serviços, em toda a sociabilidade de cidadãos e cidadãs negros e negras.
Fonte: SEPPIR
enviada por Baby Amorim
Visite Rede Aruanda Mundi em: http://aruandamundi.ning.com/?xg_source=msg_mes_network
Como é de conhecimento público, no sábado - dia 12 deste mês, o referido casal foi a uma concessionária no Rio de Janeiro, onde seu filho, uma criança de sete anos de idade, foi vítima de racismo.
Diversas crianças negras e suas famílias são discriminadas cotidianamente. Neste episódio, a indignação motivou uma campanha extremamente legítima e necessária.
Preconceito racial não é mal-entendido, não é brincadeira, é crime e impacta na vida e na morte de milhares de jovens negros, no acesso a bens e serviços, em toda a sociabilidade de cidadãos e cidadãs negros e negras.
Fonte: SEPPIR
enviada por Baby Amorim
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